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28/04/2020
CSN | Sindicato exige urgência no pagamento do PPR

Após longo período de insistentes pedidos de negociação e informações sobre metas e critérios sobre o PPR, a CSN resolve realizar reunião, na manhã dessa segunda-feira (27), para informar ao sindicato que não tem nada de novo a apresentar. 
A direção do Sindicato dos Metalúrgicos expressou claramente a sua decepção com a empresa, ressaltando que nunca em toda a história da CSN o PPR foi pago após o dia 30/4.
“A nossa expectativa era de que fossem apresentados dados concretos e uma proposta de valor para que as negociações fossem aceleradas e os trabalhadores já pudessem receber. Achamos muito estranha a conduta da CSN, ignorando os vários pedidos de negociação, que só reforça o descaso e falta de respeito com que vem tratando os traba-lhadores. Isso só causa descontamento no meio dos trabalhadores. Não dá para nós ficarmos segurando a pressão da revolta no chão da fábrica”, diz o presidente Silvio.
O sindicato apresentou as seguintes reivindicações, em caráter de urgência: pagamento do PPR 2019 de 100% do TARGET, já que em 2018 os resultados divulgados foram inferiores ao ano passado (2018 a CSN pagou 61% do TARGET). E que o valor seja pago no prazo de cinco dias úteis. Também sugeriu que a empresa forneça um crédito extra no cartão alimentação para compensar o valor do pagamento do Imposto de Renda. Destacando que essa proposta já foi discutida e aceita pelo presidente da empresa, em outra ocasião.
Quanto à renovação do acordo coletivo, o sindicato falou da importância de que as negociações iniciem imediatamente, após o acerto do PPR. Inclusive, sugeriu que a empresa crie um pacote: PPR e acordo coletivo, com propósito de pagamento imediato. Além disso, su-geriu a prorrogação da data-base (1º de maio) até o fim das negociações, com a garantia de manutenção dos benefícios aos metalúrgicos.
Outra prioridade é a necessidade de pagamento imediato da bonificação de 70% aqueles trabalhadores que saíram de férias nesse período de pandemia, que até agora não receberam. 
Também foi tratada a Medida Provisória 936, do governo, que permite a suspenção de contratos de trabalho e diminuição de jornada e salários dos trabalhadores. O sindicato defendeu que não seja aplicada na empresa sem que haja negociação com o sindicato. Pedindo, inclusive, que não haja demissões até o final dessa crise, que vem causando instabilidade e insegurança na vida dos brasileiros. 
Diante dessa falta de perspectiva favorável ao mercado, a empresa sugeriu que seja negociado um banco de horas negativo, possibilitando que as horas geradas nesse momento de crise sejam compensadas mais a frente. Os representantes da CSN consideram essa medida como uma forma de proteger os trabalhadores, evitando demissões.
“Não acreditamos que diante de um momento tão delicado como esse, a empresa vai deixar de dar um exemplo como um modelo de responsabilidade social e de ação positiva em proteção dos trabalhadores”, afirma Silvio. 
A direção do sindicato já está cobrando da empresa urgência na negociação e se colocou a inteira disposição para retomar as discussões.
 
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